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Espanha e Itália elevam nível de alerta antiterrorista

A Espanha e a Itália elevaram esta sexta-feira os níveis de alerta antiterrorista, na sequência dos atentados em França, na Tunísia e no Kuwait. 

Em França, uma cabeça decapitada com inscrições em árabe foi encontrada numa fábrica de gás industrial perto de Lyon (leste) depois de um atacante ter conduzido um veículo a alta velocidade contra garrafas de gás, provocando uma explosão. O atacante sobreviveu e foi detido.

Em França, uma cabeça decapitada com inscrições em árabe foi encontrada numa fábrica de gás industrial perto de Lyon (leste) depois de um atacante ter conduzido um veículo a alta velocidade contra garrafas de gás, provocando uma explosão. O atacante sobreviveu e foi detido.

© Emmanuel Foudrot / Reuters

Em Madrid, o Ministério do Interior elevou o nível de alerta de "médio" para "alto". 

"Considerando a proximidade do nosso país dos países onde alguns destes ataques ocorreram, foi proposto elevar o nível de alerta antiterrorista" do terceiro para o quarto de cinco níveis, o que significa um risco alto de atentado, disse o ministro do Interior espanhol, Jorge Fernandez Díaz, em conferência de imprensa. 

"Este aumento implica um reforço da vigilância de objetivos suscetíveis e de infraestruturas críticas", acrescentou.

Em Itália, o ministro do Interior, Angelino Alfano, anunciou igualmente a decisão de aumentar o alerta antiterrorista, sem contudo indicar o nível. 

"Não há nenhum país com risco zero, por isso decidimos elevar o nível de alerta", disse Alfano à imprensa durante uma visita a Milão (norte). 

Os dois anúncios foram feitos horas depois de três ataques terroristas. 

Em França, uma cabeça decapitada com inscrições em árabe foi encontrada numa fábrica de gás industrial perto de Lyon (leste) depois de um atacante ter conduzido um veículo a alta velocidade contra garrafas de gás, provocando uma explosão. O atacante sobreviveu e foi detido.

Na Tunísia, um atirador vestido como um turista atacou um hotel na estância turística de Sousse, na costa oriental, matando pelo menos 27 pessoas, entre as quais turistas, antes de ser morto pela polícia.

No Kuwait, um bombista suicida fez-se explodir dentro de uma mesquita xiita na capital do país durante a oração do meio-dia matando pelo menos 25 pessoas. O ataque foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico.
Lusa
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