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O drama dos refugiados sírios e africanos que chegam a Calais, França

O drama dos refugiados sírios e africanos que chegam a Calais, França

O drama dos refugiados sírios e africanos que chegam à fronteira de Calais parece não ter fim à vista. Muitos deles acabam a dormir nas ruas e praças da cidade francesa à espera de um milagre que lhes permita chegar a Inglaterra. A SIC testemunhou o momento em que a polícia de intervenção francesa expulsou um grupo de emigrantes sírios da praça principal.

  • Camionistas portugueses confessam terem medo de viajar para Calais
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    Mundo

    As tragédias no Mediterrâneo sucedem-se mas muitos emigrantes africanos conseguem mesmo atravessar a Europa e chegar a Calais, no norte de França. O seu destino é Inglaterra. Para lá chegar muitas vezes invadem camiões, como se viu esta semana durante uma greve dos trabalhadores portuários franceses. Muitos desses camiões são conduzidos por portugueses que têm cada vez mais medo de viajar para o Reino Unido.

  • Calma regressa ao porto de Calais
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    Mundo

    Esta semana viveu-se o caos na cidade francesa de Calais. A greve dos trabalhadores portuários pôs a nu o drama dos milhares de emigrantes que todos os dias tentam entrar em camiões com destino ao Reino Unido. A situação está agora mais calma mas a população vive com medo.

  • Vídeo mostra passagem da carrinha a alta velocidade nas Ramblas
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    Ataque em Barcelona

    O jornal espanhol El Pais divulgou hoje  as primeiras imagens da carrinha que matou 13 pessoas e feriu mais de 100 em Barcelona. O vídeo foi registado por  uma câmara de videovigilância de um museu nas Ramblas. Mostra pessoas a desviarem antes da passagem rápida da carrinha branca. Esta terá sido a parte final do percurso feito pelo veículo.

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    SIC 25 Anos

    Com perto de 200 mil habitantes, o distrito de Castelo Branco luta para criar projetos diferenciadores para atrair e ancorar a população. O desemprego tem vindo a baixar, numa região fortemente envelhecida. A capital do distrito aposta na cultura para preservar as raízes e fomentar o turismo, e a Universidade da Beira Interior tem cada vez mais alunos estrangeiros.