sicnot

Perfil

Mundo

Governo português condena atentado que vitimou Procurador-Geral do Egito

O Governo português condenou hoje o atentado terrorista de segunda-feira no Cairo em que foi morto o Procurador-Geral do Egito.

© Mohamed Abd El Ghany / Reuter

"O Governo português condena veementemente o atentado terrorista ocorrido ontem (segunda-feira) no Cairo (...) e apresenta as suas sinceras condolências à família da vítima e a sua solidariedade ao povo egípcio", lê-se num comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

"O Governo português reitera a sua firme condenação do terrorismo sob todas as formas e apoia as autoridades egípcias na luta contra a ameaça do terrorismo", acrescenta.

Hicham Barakat, 64 anos, foi morto segunda-feira no Cairo num ataque à bomba contra a coluna automóvel em que seguia. A explosão feriu cinco outras pessoas, duas delas civis, destruiu cinco automóveis e fez partir as montras de várias lojas.

O Procurador-Geral foi o mais alto responsável egípcio a ser morto em represália pela vaga de repressão dos islamitas que se seguiu à deposição pelo exército do presidente Mohamed Morsi, em julho de 2013.

Nomeado depois da destituição, Barakat era considerado um dos mais acérrimos opositores dos islamitas, segundo a agência France Presse, tendo levado a julgamento milhares de islamitas, centenas dos quais foram condenados à morte em julgamentos sumários.

 

 

 

 

Lusa

 

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.