sicnot

Perfil

Mundo

Sete polícias condenados por excessos cometidos durante protestos na Venezuela

As autoridades venezuelanas anunciaram hoje que sete polícias foram detidos e condenados por tribunais venezuelanos no âmbito de processos relacionados com excessos cometidos durante os protestos ocorridos em 2014 contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro.  

Ramon Espinosa

O anúncio foi feito pela Procuradora Geral da República Bolivariana da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, durante uma intervenção perante o Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas que teve lugar em Genebra, na Suíça, durante a qual Caracas foi questionada sobre a repressão de parte das forças de segurança venezuelanas a manifestantes opositores.

Segundo Luísa Ortega Díaz, estão abertos processos de investigação contra outros 29 funcionários, "de distintos cargos do Estado", dos quais nove estão acusados de homicídio e 27 por tratamento cruel.

Em relação aos milhares de manifestantes detidos, precisou que 1.659 pessoas foram ilibadas, 1.558 foram acusadas formalmente, 1.218 estão em liberdade e 35 cidadãos permanecem detidos.

Durante a sua intervenção, a procuradora indicou que a taxa de homicídios em 2014 foi de 62 assassinatos por cada 100.000 habitantes e que a "Venezuela está a tentar fomentar uma cultura de paz para travar o aumento" dos assassinatos, tendo conseguido inutilizar 26.518 armas em ações de consciencialização para a cidadania.

Lusa

  • Fogo em Sabrosa entrou em fase de resolução

    País

    O incêndio que deflagrou terça-feira em Vilela do Douro, Sabrosa, distrito de Vila Real, entrou a meio da manhã de hoje em fase de resolução, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil.

  • Porto Editora acusada de discriminação
    2:55
  • "Burlão do amor" acusado de tirar 450 mil euros a amante
    2:21

    País

    Um homem com cerca de 50 anos é acusado de tirar 450 mil euros a uma mulher com quem começou por ter uma relação profissional. Ele pedia, ela emprestava. Anos depois, ela ficou insolvente, com dívidas à banca de 214 mil euros e sem emprego. O homem é arguido, nega a relação amorosa entre ambos, mas admite ter recebido dinheiro dela. Garante, no entanto, que tenciona pagar o que deve.