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Afeganistão mata 35 terroristas em operação contra grupo "Estado Islâmico"

As forças armadas do Afeganistão mataram 35 combatentes 'jihadistas' desde o início de uma operação militar contra o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI) há duas semanas, informaram hoje fontes oficiais citadas pela agência espanhola EFE.   

HEDAYATULLAH AMID

O porta-voz do Ministério do Interior do Afeganistão, Sediq Sediqi, afirmou em conferência de imprensa em Cabul que o governo pôs em marcha há 14 dias uma operação contra o EI nas províncias de Nangarhar, Helmand e Farah.  

As forças de segurança abateram na semana passada sete membros do grupo e detiveram quatro na província de Nangarhar, indicou o porta-voz, que acrescentou que no total foram abatidos 35 'jihadistas' desde o início da operação.

"Estabelecemos uma força especial de trabalho para fazer frente ao EI", afirmou o porta-voz dos serviços secretos afegãos, Abdul Haseeb Sediqi.

"O EI é hoje uma séria ameaça para a segurança do Afeganistão", acrescentou, declarando que "o objetivo da operação é impedir as suas atividades nas suas fases iniciais".

Segundo o responsável, a agência de espionagem colocou agentes em todas as regiões do país para vigiar as atividades do EI.

O governo afegão apelou para a ajuda regional para enfrentar o EI, tendo o porta-voz do Ministério da Defesa, Dawlat Waziri, declarado que o problema "é uma responsabilidade comum dos países da região".

Nas últimas semanas, o EI ganhou terreno aos talibãs na província de Nangarhar, no leste do país, onde nos últimos três dias morreram 13 combatentes em confrontos entre os dois grupos extremistas.

Os talibãs afegãos avisaram em junho o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi, de que a atual luta "contra a América e os seus fantoches" no Afeganistão se deve realizar apenas sob a bandeira dos talibãs, ameaçando represálias pela sua presença no país.

A 18 de janeiro, o governo afegão reconheceu pela primeira vez a presença do Estado Islâmico no seu território, e o grupo extremista anunciou a 26 de janeiro a sua "expansão" ao país, que incluiu na sua "província de Khorasan".

Lusa

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