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Cerca de 3.000 civis mortos desde o início do ano em ataques aéreos na Síria

Pelo menos 2.916 civis morreram e 18.000 foram feridos desde o início do ano na Síria, em ataques aéreos do regime de Bashar al-Assad, segundo informação divulgada hoje pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

© Stringer Turkey / Reuters

Entre os mortos civis incluem-se pelo menos 665 crianças e 456 mulheres, detalha a organização, citada pela agência espanhola EFE.

Os bombardeamentos do regime causaram ainda a morte a 1.213 combatentes entre as diversas forças rebeldes.

Todas as províncias da Síria foram alvo dos ataques aéreos, excetuando a província costeira de Tartus, que apenas presenciou combates terrestres. 

Entre os ataques, 8.782 foram levados a cabo por aviões, mas um total de 10.423 foram realizados por helicópteros, que lançaram pelo menos 10.433 'bombas barril'. 

As 'bombas barril' são armas artesanais constituídas por explosivos e detritos dentro de um barril de metal, que é lançado manualmente pela tripulação dos helicópteros.

O chefe dos 'Capacetes Brancos' - organização Síria de proteção civil voluntária e independente, que se responsabiliza pelo resgate imediato às vítimas dos bombardeamentos -, Raed Saleh, condenou a "natureza indiscriminada" das 'bombas barril' num discurso perante a Organização das Nações Unidas feito a 26 de junho deste ano. 

Os explosivos são largados sobre bairros civis controlados pelos rebeldes, e segundo Saleh "não existe justificação militar para o seu uso", uma vez que por serem lançados manualmente, "quem lança as 'bombas barril' não pode saber onde esta vai cair", tornando-as inúteis para atacar alvos militares precisos, além de "não poderem ser usadas nas linhas da frente, uma vez que podem atingir por erro as forças aliadas". 

Segundo o Observatório Sírio, os bombardeamentos do regime causaram ainda enormes prejuízos materiais nas infraestruturas de diversas áreas do país.

O conflito na Síria já causou mais de 230.000 mortos desde março de 2011, calcula a mesma organização.

 

 

 

 

Lusa

 

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