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Pelo menos sete mortos em ataque da Al-Shabab a dois hotéis em Mogadíscio

Pelo menos sete pessoas morreram num ataque do grupo 'jihadista' somali Al-Shabab a dois hotéis em Mogadíscio, noticiou a Agência Nacional de Informações e Segurança da Somália (NISA) e fontes policiais. 

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"A tentativa de assalto ao Hotel Wehelie foi frustrada. A situação encontra-se sob controlo", assegurou a NISA na sua conta da rede social Twitter.

Fontes policiais citadas pela agência espanhola Efe confirmaram que foram sete os mortos no ataque àquele hotel, embora não tenham descartado que o número de vítimas mortais possa aumentar.

Grupos de homens armados atacaram este e outro hotel popular da capital somali, onde também dispararam sobre a base da Missão da União Africana na Somália (AMISOM), indicaram fontes de segurança.

A agência somali atribui estes novos ataques ao grupo extremista islâmico Al-Shabab que intensificou a sua campanha de terror durante o Ramadão.

As forças somalis puseram igualmente fim ao ataque ao segundo hotel, o Siyad, muito próximo também do palácio presidencial, segundo a NISA, que precisou que as únicas vítimas aí registadas pertenciam às fileiras 'jihadistas'.

O porta-voz da Al-Shabab, Abu Muscab, reivindicou o ataque: "Os nossos mujahidines entraram nos hotéis Wehelie e Siyad ao mesmo tempo e mataram um grande número de polícias e deputados" -- uma declaração que fontes oficiais ainda não confirmaram.

Os três ataques ocorreram num curto intervalo de tempo, hoje à tarde, imediatamente após o fim do dia de jejum do Ramadão.

A base da AMISOM, situada no norte da capital somali, foi também atacada, tendo presumíveis terroristas lançado morteiros.

O grupo extremista Al-Shabab, que se juntou formalmente à Al-Qaida em 2012, está a lutar pela instauração de um Estado Islâmico de doutrina wahabi na Somália.

Lusa

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