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Camboja condena a 20 anos de prisão monge budista por produção de pornografia

O Supremo Tribunal do Camboja sentenciou a 20 anos de prisão um monge budista por produzir e distribuir pornografia, informou esta segunda-feira a imprensa local. 

"Ainda que o acusado se tenha declarado culpado, os crimes cometidos são graves, afetando tanto a moral social como as regras budistas, bem como causando danos nos valores dos outros monges", referiu o magistrado durante a leitura da sentença. (Arquivo)

"Ainda que o acusado se tenha declarado culpado, os crimes cometidos são graves, afetando tanto a moral social como as regras budistas, bem como causando danos nos valores dos outros monges", referiu o magistrado durante a leitura da sentença. (Arquivo)

© Athit Perawongmetha / Reuters

Neth Khai foi detido em 2010 depois de a polícia do Camboja ter descoberto que tinha tirado fotografias e vídeos de cerca de 600 mulheres durante os banhos de uma cerimónia religiosa com uma câmara escondida. 

O presidente do Supremo Tribunal, o juiz Khim Ponn, disse que as acusações eram tão graves que seria contraproducente aplicar uma pena mais leve, informa hoje o portal do diário The Phnom Penh Post.

"Ainda que o acusado se tenha declarado culpado, os crimes cometidos são graves, afetando tanto a moral social como as regras budistas, bem como causando danos nos valores dos outros monges", observou o magistrado na sexta-feira durante a leitura da sentença. 

Lusa

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