sicnot

Perfil

Mundo

Catorze mortos e 134 detidos em megaoperação policial contra a criminalidade na Venezuela

Catorze pessoas morreram e outras 134, entre as quais 32 estrangeiros, foram detidas hoje pelas autoridades venezuelanas no âmbito de uma megaoperação contra a criminalidade realizada por funcionários de três organismos policiais num bairro de Caracas.

© Christian Veron / Reuters

"Graças à Operação Liberdade da Pátria (OLP), detivemos 134 pessoas, entre elas 32 estrangeiros, ligadas ao tráfico de drogas, a extorsão e ao sequestro", anunciou o ministro venezuelano de Relações Interiores, Justiça e Paz, Gustavo González López, numa conferência de imprensa em Caracas.

O ministro precisou, por outro lado, que na OLP participaram 1.200 funcionários da Guarda Nacional Bolívariana (polícia militar), do Grupo Anti-extorsão e Sequestro (polícia científica) e do Serviço Bolivariano de Inteligência (serviços secretos).

Durante a operação, que teve lugar no bairro "Cota 905" (centro de Caracas), 14 dos alegados criminosos morreram na sequência de confrontos com as autoridades e pelo menos um outro ficou ferido.

As autoridades "recuperaram" 20 viaturas, que eram usadas por seis grupos de criminosos para extorquir e sequestrar pessoas. Também apreendidos foram 12 armas curtas, duas armas longas e dois engenhos explosivos fragmentários.

Segundo o ministro venezuelano, as autoridades vinculam os detidos com "o paramilitarismo colombiano" no "centro de Caracas".

Até agora não foi revelada a identidade dos cidadãos, nacionais e estrangeiros, detidos durante esta operação policial.

Os venezuelanos queixam-se com frequência da elevada criminalidade no país e dos poucos resultados das operações policiais para combater a insegurança que afeta tanto os cidadãos nacionais como os estrangeiros radicados no país.

Lusa

  • Pyongyang compara Trump a Hitler

    Mundo

    A Coreia do Norte compara o Presidente norte-americano Donald Trump a Adolf Hitler. Pyongyang já acostumou o mundo à sua linguagem "colorida" quando critica os seus inimigos. Mas comparações com o responsável por mais de 60 milhões de mortes são muito raras.