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China deporta 20 turistas por verem vídeo "de instigação ao terrorismo"

A China deportou 20 turistas do Reino Unido, Índia e África do Sul que tinham sido detidos na Mongólia Interior por supostamente terem visualizado "um vídeo de instigação ao terrorismo e ao extremismo religioso", confirmaram as autoridades.

© Kim Kyung Hoon / Reuters

A imprensa oficial chinesa publica hoje que os turistas foram libertados, sem acusação, depois de uma semana num centro de detenção, e devolvidos aos respetivos países de origem.

Segundo a polícia, os estrangeiros, numa viagem de 47 dias organizada por uma operadora turística chinesa, viram um documentário nos seus quartos de hotel e depois de alguns terem ido embora o resto "começou a ver vídeos de instigação ao terrorismo".

As autoridades asseguraram que a polícia encontrou vídeos idênticos num telemóvel de um dos turistas. Em causa, o sul-africano Hoosain Ismail Jacobs.

Um comunicado publicado pela família Jacobs oferece outra versão, assinalando que as detenções ocorreram "por um infeliz mal-entendido".

Diz a nota que o grupo viu um documentário de Genghis Khan "para aumentar os seus conhecimentos sobre a região em que se encontravam -- Mongólia Interior -- e isso pode ser entendido de forma errónea como material de propaganda".

"Apenas se pode perceber que foram os funcionários com pouca experiência que levaram a cabo a detenção inicial, os quais cometeram um erro devido, quiçá, ao seu desconhecimento de inglês. A família Jacobs agradece às autoridades de alto nível de Pequim a sua forma de resolver o desafortunado erro", refere o mesmo comunicado, em que se recorda que nenhum membro do grupo tem antecedentes criminais.

As detenções foram feitas no aeroporto de Ordos, em 10 de julho, pouco antes de o grupo embarcar num avião a caminho do destino seguinte, Xian.

O grupo, composto por nove britânicos, dez sul-africanos e um indiano, de religião muçulmana, cristã e hindu, começou a viagem em Hong Kong e tinha previsto terminá-la em Xangai.

Lusa

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