sicnot

Perfil

Mundo

Atirador do Tennessee era um jovem emocionalmente perturbado

O homem que matou quatro soldados no Tennessee (EUA), na passada quinta-feira, tinha pensamentos suicidas, estava submerso em dívidas e abusava de drogas, segundo declarações de um representante da família à televisão norte-americana ABC News.

© Tami Chappell / Reuters

Um porta-voz da família do atirador suicida afirmou que Mohammad Youssuf Abdulazeez era um jovem emocionalmente perturbado, mas que não tinha mostrado quaisquer sinais de radicalização.

A família do responsável pelo massacre que matou os militares na base militar de Chattanooga, declarou à ABC News que o jovem tinha problemas psicológicos e que teria mesmo chegado a escrever num diário, que a polícia federal (FBI) mais tarde encontrou, textos que indicavam pensamentos suicidas e vontade de se radicalizar.

O jovem, de 24 anos, tinha perdido o emprego devido à difícil adaptação ao turno noturno de 12 horas de trabalho, o que fez com que tivesse de recorrer a comprimidos para dormir, explicou a família. Além disso, estava também a consumir marijuana e analgésicos, estando por esse motivo imerso em dívidas.

Na esperança de que Mohammad melhorasse, os pais decidiram enviá-lo para a Jordânia, para o afastar dos amigos que consideravam más influências e ainda para tratar do seu estado de saúde mental.

Um desses amigos afirmou à CNN que Abdulazeez dizia que os extremistas, como o autodesignado Estado Islâmico, estavam a "fazer o mal" e que "era um grupo estúpido, que ia totalmente contra o Islão".

As autoridades continuam a investigar o caso, para ver se houve algum contacto de Abdulazeez com grupos extremistas, em particular durante a sua viagem ao estrangeiro.

Lusa

  • "O polvo está perfeitamente à rasca"
    1:45
    O Dia Seguinte

    O Dia Seguinte

    2ªFEIRA 21:50

    As denúncias do Benfica estiveram em análise ontem no programa O Dia Seguinte da SIC Notícias. Rui Gomes da Silva considera graves algumas das acusações feitas pelos encarnados. Já Paulo Andrade e José Guilherme Aguiar consideram que tudo não passa de uma manobra de diversão do Benfica.

  • Assédio, até onde vai a tolerância?
    35:26