sicnot

Perfil

Mundo

Explosões e tiros na capital do Burundi

Várias explosões e tiros foram ouvidas hoje à noite em Bujumbura, capital do Burundi, país que realiza terça-feira uma controversa eleição presidencial, devido à recandidatura do atual chefe de Estado a um terceiro mandato.

AP

Segundo a agência noticiosa AFP, várias explosões e tiros foram ouvidos no norte e sul da capital do Burundi.

Testemunhas contactadas pela AFP afirmaram que desconhecidos abriram fogo contra polícias.

As autoridades do Burundi conseguiram pôr fim, em junho, a mais de um mês de protestos quase diários na capital do país, contra uma terceira candidatura à presidência do atual chefe de Estado, Pierre Nkurunziza, no poder desde 2005.

Em maio, conseguiram frustrar uma tentativa de golpe de Estado liderada pelo antigo chefe dos serviços secretos.

Por causa da instabilidade existente no país, mais de 150 mil pessoas do Burundi fugiram para países vizinhos.

Segundo os Médicos Sem Fronteiras, cerca de mil pessoas fogem diariamente do Burundi.

Na votação de terça-feira só participa o atual presidente, porque a oposição decidiu boicotar o escrutínio.

Lusa

  • Passos acusa Governo de "sacudir água do capote"

    País

    O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou este sábado o Governo de "sacudir a água do capote" para não assumir a responsabilidade pelo que está a ser decidido, usando uma política de comunicação que considerou ser um "embuste".

  • Quase 200 polícias solidários com agentes acusados
    2:29

    País

    Perto de 200 polícias manifestaram-se este sábado na sede da PSP em Alfragide, em solidariedade com os 18 agentes acusados no processo Cova da Moura. O Sindicato Nacional de Polícia associou-se ao protesto e diz existir um aproveitamento político do caso.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.