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FBI diz que atirador de Chattanooga terá atuado sozinho

O FBI indicou hoje que o autor dos disparos que custaram a vida a cinco militares norte-americanos agiu sozinho e sem qualquer ajuda e considerou ser ainda demasiado cedo para referir se estava radicalizado.

© Tami Chappell / Reuters

Questiando se Mohamad Yussuf Abdulazeez, 24 anos, recebeu diretivas de uma organização estrangeira, o agente especial do FBI responsável pela investigação, Ed Reinhold, indicou que "de momento, era considerado um extremista violento interno".

"Pensamos que atuou sozinho nesse dia, pensamos que entrou sozinho no recinto [do centro de reservistas]. Não temos a indicação que alguém o tenha ajudado", declarou durante uma conferência de imprensa em Chattanooga, cidade localizada no Estado do Tennessee, e onde ocorreram os disparos.

No entanto, o inquérito "ainda está no início" e "é muito cedo para determinar se estava ou não radicalizado", acrescentou Ed Reinhold, sublinhando que mais de 400 pessoas estavam mobilizadas para este caso, para além de 250 agentes do FBI no terreno.

Os investigadores trabalham nessa direção, e decerto com a colaboração da Jordânia, para onde o jovem viajou, e onde residiria o seu tio.

Antigo estudante da universidade do Tennessee e diplomado em Engenharia, terá aberto um blogue que não demonstrava radicalização nem continha ameaças.

"A vida é curta e amarga" e os muçulmanos não deveriam "perder a oportunidade de se submeteram a Alá", escreveu recentemente no blogue, segundo a organização norte-americana SITE.

No anuário do seu liceu, tinha igualmente deixado um comentário: "O meu nome desencadeia alertas na segurança nacional. E o vosso?". Apenas teve um incidente com a polícia, quando foi detido em abril por conduzir em estado de embriaguez.

Na manhã de quinta-feira, o jordano nascido no Kuwait e naturalizado norte-americano, atacou primeiro um gabinete de recrutamento dos 'marines', antes de se dirigir para um centro de reservistas.

Entre os cinco 'marines' mortos inclui-se o sargento Thomas Sullivan, que participou em duas missões no Iraque, onde foi ferido.

O ataque fez ainda dois feridos, um militar e um polícia.

Lusa

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