sicnot

Perfil

Mundo

Hillary Clinton vai testemunhar sobre ataque de Benghazi

Hillary Clinton vai testemunhar publicamente a 22 de outubro na comissão parlamentar de inquérito ao ataque de Benghazi, que provocou a morte do embaixador dos Estados Unidos na Líbia, indicou hoje um porta-voz da candidata à Casa Branca.

© Shannon Stapleton / Reuters

Clinton, que era secretária de Estado na altura do ataque, a 11 de setembro de 2012, foi muito criticada pela forma como geriu o assunto. Os seus adversários republicanos têm usado o caso para criticar a favorita dos democratas para candidata presidencial.

O ataque, que provocou a morte do embaixador Christopher Stevens e de três agentes norte-americanos, deu origem durante meses a uma polémica entre o Governo democrata e o Congresso dominado por republicanos, com audições, inquéritos e relatórios.

A controvérsia começou a propósito da responsabilidade do ataque, com a administração a atribui-lo inicialmente a uma manifestação "espontânea" de muçulmanos em cólera em Benghazi, antes de reconhecer que foi um atentado "terrorista" da autoria de radicais islâmicos.

Os republicanos acusam a administração do presidente Barack Obama e em particular Clinton, como responsável pela diplomacia, de querer esconder os factos e de não ter feito tudo para tentar salvar as vítimas.

Lusa

  • A Verdade sobre a Mentira
    35:13
  • Elemento dos Super Dragões com medida de coação mais gravosa
    1:37

    Desporto

    Os seis arguidos da Operação Jogo Duplo, que investiga crimes de corrupção e viciação de resultados na II Liga de futebol, saíram em liberdade. A medida de coação mais gravosa é para um membro da claque Super Dragões, que terá de pagar uma caução de 5 mil euros.

  • Mais de 120 pessoas com hepatite A
    2:23

    País

    O surto de hepatite A já infetou 128 pessoas, 60 das quais estão internadas em hospitais de Lisboa e Coimbra. A Direção-Geral da saúde recomenda a vacinação apenas aos familiares dos doentes. Apesar de não haver ruptura de stocks, há farmácias que não têm vacinas.

  • Sobreviventes de Mossul relatam mutilações e execuções do Daesh
    1:32