sicnot

Perfil

Mundo

Homem esfaqueou seis pessoas em marcha de orgulho gay em Jerusalém

Um judeu ultraortodoxo, que em 2005 feriu três pessoas durante a marcha de orgulho gay em Jerusalém, voltou hoje a atacar a edição deste ano na cidade, esfaqueando seis pessoas.

© ERIC THAYER / Reuters

Três pessoas foram feridas com gravidade e outras três de forma ligeira por Yiashaï Shlissel, saído da prisão há apenas três semanas após cumprir 10 anos pelo ataque anterior, segundo fonte oficial citada pela agência France Presse (AFP).

O atacante "começou a apunhalar as pessoas, e rapidamente vários polícias se lançaram para cima dele, imobilizando-o numa questão de segundos", afirmou à agência espanhola EFE uma testemunha, que acrescentou que o episódio provocou "muito sangue".

Cerca de 5.000 pessoas marcharam hoje em Jerusalém para reivindicar os direitos da comunidade LGBT, um evento protegido por centenas de agentes de segurança.

Numa das primeiras reações ao incidente, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, condenou o ataque em comunicado.

Lusa

  • Reportagem Especial dá a voz aos despedidos da banca
    1:18
  • CEMGFA admite que várias armas roubadas estão em condições de ser usadas
    2:06

    Assalto em Tancos

    Afinal há várias armas roubadas em Tancos que estão em condições de ser utilizadas, sendo que apenas os lança-granadas-foguete estão obsoletos. Esta manhã, o general Pina Monteiro admitiu, no Parlamento, que a declaração que fez há duas semanas pode ter induzido em erro a opinião pública. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) diz, ainda, que se houvesse indícios sobre colaboração do Exército neste caso, os suspeitos estariam presos.

  • Pais de Charlie Gard querem que o bebé morra em casa

    Mundo

    Depois de terem renunciado à batalha judicial para manterem o filho com vida, os pais do bebé britânico Charlie Gard desejam agora levar a criança para morrer em casa. O desejo foi revelado pelo advogado de Chris Gard e Connie Yates, numa audiência esta tarde, no Supremo Tribunal de Londres. Contudo, o hospital responsável pelo caso admite que os cuidados a Charlie não podem ser feitos em casa.