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Talibãs afegãos confirmam morte do seu líder mullah Omar

Os talibãs confirmaram hoje em comunicado morte do seu líder mullah Omar, um dia após ter sido anunciada pelo Governo afegão.

Notícia no site The Tolonews sobre a morte de mullah Omar em Cabul a 23 de maio de 2011.

Notícia no site The Tolonews sobre a morte de mullah Omar em Cabul a 23 de maio de 2011.

© Ahmad Masood / Reuters

"A liderança do Emirado islâmico e a família de mullah Omar anunciam que o líder mullah Omar morreu devido a doença", refere a declaração dos talibãs, que utiliza o nome oficial do movimento.

Pouco antes deste anúncio, o Paquistão tinha confirmado o adiamento da segunda ronda de conversações de paz entre o Governo de Cabul e os talibãs, um dia após as autoridades afegãos terem admitido a morte chefe histórico dos rebeldes.

No decurso destas conversações, previstas para sexta-feira em território paquistanês, o governo afegão deveria começar a negociar um cessar-fogo com os talibãs, indicaram esta semana responsáveis oficiais em Cabul.

"Devido às informações relacionadas com a morte do 'mullah' Omar e a da incerteza que suscitou, é adiada a segunda ronda de conversações de paz afegãs", tinha indicado em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros paquistanês.

"O Paquistão e os outros países amigos do Afeganistão esperam que a liderança dos talibãs continue empenhada nas conversações para que seja alcançada uma paz duradora no Afeganistão", acrescenta, que também acusa, sem as designar, "forças mal-intencionadas" de pretenderem o colapso deste processo de reconciliação.

Os talibãs e o Governo de Cabul promoveram as primeiras conversações diretas oficiais no início do mês de julho em Murree, perto da capital paquistanesa Islamabad, sob a supervisão dos Estados Unidos e China.

Mas na terça-feira, a dois dias de uma nova ronda de negociações, as autoridades afegãs anunciaram que o chefe supremo do talibans, o misterioso 'mullah' Omar, morreu em abril de 2013 num hospital de Karachi, a metrópole do Paquistão, país regularmente acusado de apoiar a insurreição dos talibãs afegãos.

Lusa

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