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Papa diz que divorciados que voltaram a casar não devem ser tratados como excomungados

Os divorciados que se voltaram a casar "são parte da Igreja" e não devem ser tratados como excomungados", afirmou esta quarta-feira o papa Francisco, antecipando um dos temas mais polémicos do sínodo de outubro sobre a família.

Francisco pediu que se distinguisse, em alguns casos, entre "quem foi confrontado com a separação e quem a provocou" e insistiu: "Nada de portas fechadas. Todos podem participar, de uma forma ou de outra, na vida da Igreja".

Francisco pediu que se distinguisse, em alguns casos, entre "quem foi confrontado com a separação e quem a provocou" e insistiu: "Nada de portas fechadas. Todos podem participar, de uma forma ou de outra, na vida da Igreja".

© Giampiero Sposito / Reuters

"A consciência que um acolhimento fraternal e atento, com amor e verdade, é necessário para os batizados que estabeleceram uma nova relação depois do fracasso de um casamento sacramentado progrediu muito", declarou o papa durante a audiência semanal.

"Estas pessoas não são excomungados e não devem ser tratadas como tal. Elas são parte da Igreja", repetiu, sob os aplausos na sala Paul VI.

Francisco pediu que se distinguisse, em alguns casos, entre "quem foi confrontado com a separação e quem a provocou" e insistiu: "Nada de portas fechadas. Todos podem participar, de uma forma ou de outra, na vida da Igreja".

Para a Igreja católica, um casamento religioso não pode ser dissolvido e o direito canónico, ao considerar as pessoas que se voltaram a casar como infiéis ao primeiro cônjuge, prevê a sua exclusão dos sacramentos, entre os quais a comunhão.

A excomunhão é uma sanção mais grave, que implica também uma exclusão da comunidade.

Numerosas vozes, pertencentes à Igreja católica, pedem que alguns divorciados que se voltaram a casar possam comungar mediante algumas condições, ideia à qual se opõe vigorosamente os apoiantes da estrita aplicação do dogma.

A questão foi debatida durante o sínodo da família, no outono do ano passado, e deverá continuar a dominar o segundo sínodo em outubro.

Lusa

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