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Número de mortos em atentado na capital do Afeganistão sobe para 15

O número de vítimas mortais no atentado com um camião-bomba perpetrado esta sexta-feira em Cabul, no Afeganistão, subiu para 15, afirmou um porta-voz da Presidência afegã, informando ainda que o ataque fez mais de 240 feridos.

O elevado número de feridos deve-se ao facto de o ataque ter ocorrido numa zona residencial a leste da capital afegã.

O elevado número de feridos deve-se ao facto de o ataque ter ocorrido numa zona residencial a leste da capital afegã.

© Ahmad Masood / Reuters

"O número de mortos no atentado de hoje em Cabul passou para 15 e mais de 240 feridos, incluindo 47 mulheres e 33 crianças", referiu, em declarações à agência francesa AFP, Sayed Zafar Hashemi.

O anterior balanço do ataque dava conta de oito mortos e mais de uma centena de feridos.

O chefe de Estado afegão, Ashraf Ghani, visitou entretanto os feridos do ataque, que estão a receber cuidados médicos num hospital gerido pela organização não-governamental italiana Emergency à Kaboul, segundo informou um comunicado da Presidência afegã.

O elevado número de feridos deve-se ao facto de o ataque ter ocorrido numa zona residencial a leste da capital afegã.

A forte explosão partiu as janelas de várias casas, ferindo moradores que estavam a dormir na altura do ataque, perpetrado às primeiras horas de sexta-feira.

A força da explosão deixou uma enorme cratera na estrada, com uma profundidade de cerca de dez metros, tendo ainda danificado diversos edifícios nas imediações.

Nenhum grupo reivindicou, até ao momento, a autoria deste ataque, que surge numa altura em que os rebeldes islamitas afegãos têm realizado diversos atentados, apesar das divergências sobre a transição de poderes no seio do movimento talibã.

Os insurgentes anunciaram na passada sexta-feira a nomeação do 'mullah' Akhtar Mansur, antigo "braço direito" do 'mullah' Omar, cuja morte foi anunciada a 29 de julho, para a liderança do movimento.

Mas a designação não tem reunido consenso, com várias vozes a criticarem a nomeação e a questionarem a legitimidade de Akhtar Mansur para assumir o cargo de "comandante dos fiéis".

Lusa

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