sicnot

Perfil

Mundo

Três ataques a base militar norte-americana em Cabul fizeram 44 mortos desde quinta-feira

Os três atentados perpetrados em Cabul desde quinta-feira à noite fizeram 44 mortos e centenas de feridos, sendo os ataques mais pesados na capital afegã desde o fim da missão da Nato, em dezembro, segundo um balanço atualizado este sábado.

Este é o balanço de mortos mais pesado desde dezembro e do fim da missão de combate da NATO no país, mas é também a primeira vaga de violência de relevo que acontece em Cabul desde a nomeação de Mansour à frente dos talibãs.

Este é o balanço de mortos mais pesado desde dezembro e do fim da missão de combate da NATO no país, mas é também a primeira vaga de violência de relevo que acontece em Cabul desde a nomeação de Mansour à frente dos talibãs.

© Ahmad Masood / Reuters

A missão da NATO no Afeganistão confirmou hoje que os oito civis que empregava foram mortos num ataque na noite de sexta-feira perpetrado pelos insurgentes do Campo Integridade, uma base das forças especiais norte-americanas, próxima do aeroporto de Cabul. Também um soldado estrangeiro, cuja nacionalidade não foi especificada, também morreram no ataque.

Os rebeldes talibãs não reivindicaram este atentado nem o que matou 15 pessoas numa zona residencial na noite de quinta para sexta-feira, mas reclamaram a responsabilidade de um terceiro ataque, na sexta-feira, em que morreram 20 cadetes da polícia afefã.

Este é o balanço de mortos mais pesado desde dezembro e do fim da missão de combate da NATO no país, mas é também a primeira vaga de violência de relevo que acontece em Cabul desde a nomeação de Mansour à frente dos talibãs, em substituição do falecido Omar, o líder histórico dos rebeldes islamitas, cuja morte foi anunciada na semana passada.

Lusa

  • Seca extrema agrava-se no interior alentejano, produção de trigo pode cair 40%
    6:22

    País

    A falta de chuva está a provocar prejuízos na agricultura, em especial no setor dos cereais, como o trigo que, este ano, deverá registar uma quebra de 40% na produção. O repórter Luís Godinho convidou o agricultor e professor de Ciências Agrárias na Universidade de Évora, Ricardo Freixial, para explicar os prejuízos que a seca está a provocar nas culturas e a sustentabilidade da agricultura portuguesa perante as alterações climáticas.