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Papa recorda bombardeamento nuclear a Hiroshima e Nagasaki

O papa Francisco recordou hoje o bombardeamento nuclear contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, um facto que disse ser "um chamamento perene" da humanidade para que repudie a guerra e acabe com estas armas.

ETTORE FERRARI

Na saudação dominical que hoje, que coincidiu com o septuagésimo aniversário do bombardeamento atómico norte-americano contra a cidade japonesa de Nagasaki, depois de ter recordado o ataque a Hiroshima na passada quinta-feira.

"Há setenta anos, a 6 e a 9 de agosto de 1945, ocorreram bombardeios atómicos tremendos em Hiroshima e Nagasaki. Depois de tanto tempo, este trágico evento suscita ainda horror e repulsa", disse o papa Francisco.

O líder da igreja católica acrescentou que "este facto converteu-se num símbolo do poder desmesurado do homem quando faz um uso perverso dos progressos da ciência e da tecnologia e constitui um chamamento perene da humanidade, para que repudie para sempre a guerra e acabe com as armas nucleares".

Além disso, o papa enviou, também hoje, uma missiva aos jovens que participam no Encontro Europeu, que termina em Ávila, Espanha, apelando "a que não se resignem a uma vida medíocre e sem aspirações".

A mensagem foi lida pelo porta-voz e secretário da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), José Maria Gil Tamayo, na missa de encerramento do Encontro Europeu de Jovens, que juntou esta semana em Ávila (Espanha) mais de 6.000 jovens europeus, norte-americanos, brasileiros, argentinos e australianos.

Na mensagem, o papa apelou aos jovens para que "não se conformem com uma vida medíocre e sem aspirações" e para que "se esforcem, por outro lado, a crescer numa vida de profunda amizade com Cristo".

Ao mesmo tempo, o papa instou-os a "reconhecer o imenso dom recebido no batismo", que leva os cristãos "a trazer o amor de Cristo para aqueles que são iguais".

Lusa

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