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EUA acusam na ONU forças sírias de continuarem a utilizar barris de explosivos

As forças sírias lançaram mais de dois mil barris de explosivos em todo o país desde julho, provocando a morte a centenas de pessoas, disse hoje a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power.

Soldados turcos guardam a fronteira Mursitpinar em Suruc na província Sanliurfa enquanto ao longe se vê fumo da cidade síria de Kobani.

Soldados turcos guardam a fronteira Mursitpinar em Suruc na província Sanliurfa enquanto ao longe se vê fumo da cidade síria de Kobani.

© Murad Sezer / Reuters

A embaixadora norte-americana pediu ações para para acabar com uso daqueles explosivos improvisados, que têm sido particularmente utilizados nos subúrbios de Damasco, capital da Síria, e na região de Zabadani, na fronteira com o Líbano.

"O regime de Assad tem aparentemente aumentado o uso das repugnantes de barris de explosivos como um instrumento de terror contra civis sírios", disse, em comunicado, Samantha Power.

No início de junho, o Conselho de Segurança da ONU insurgiu-se contra atentados com barris de explosivos na Síria.

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido acusaram o regime do Presidente Assad de ser responsável por aqueles ataques, salientando que só o chefe de Estado dispõe de helicópteros para largar os barris.

O regime sírio nega a existência daquele tipo de armamento, que foi também descrito pela organização de defesa dos direitos humanos Humans Rights Watch.

Os barris de explosivos são bombas fabricadas localmente e de forma barata, geralmente feitas a partir de tambores de petróleo, cilindros de gás e caixas de água.

Aqueles recipientes são depois cheios com explosivos e outro tipo de fragmentos, para reforçar o efeito da explosão.

Desde o início do conflito em março de 2011, mais de 240 mil pessoas morreram no conflito na Síria, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

Lusa

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