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Número de mortos em explosões na cidade chinesa de Tianjin sobe para 85

As explosões num armazém de Tianjin, norte da China, causaram 85 mortos, indicam dados divulgados hoje pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.

Ng Han Guan

As explosões ocorreram na quarta-feira à noite, cerca das 23:30 (16:30 em Lisboa), numa zona chamada Binhai New Area da cidade portuária.

Centenas de pessoas ficaram feridas na sequência do incidente no armazém que servia de depósito a produtos químicos, o que levantou receios de contaminação tóxica, segundo a agência France Press.

Numa conferência de imprensa, o vice-chefe de propaganda da cidade disse que 21 dos 85 mortos eram bombeiros.

Na sexta-feira, o diretor do departamento de bombeiros de Tianjin, Zhou Tian, estimou em mais de 700 o número de feridos, 70 dos quais em estado grave.

Uma equipa de 217 especialistas em materiais nucleares e bioquímicos do exército chinês foi destacada para o local na sequência do incidente.

Especialistas disseram que os indicadores de gás tóxico estavam dentro dos parâmetros considerados normais e que a qualidade do ar não representava problema para a saúde das pessoas.

Segundo a conta do Centro das Redes de Vigilância dos Sismos da China no Sina Weibo, o Twitter chinês, a magnitude da primeira explosão equivaleu à detonação de três toneladas de TNT, enquanto a segunda teve uma potência equivalente à detonação de 21 toneladas daquele explosivo.

Informações das autoridades locais e relatos de vizinhos citadas por um jornal de Pequim indicam que as explosões destruíram janelas, sacudiram edifícios, levando mesmo à sua evacuação.

A onda de explosões chegou a sentir-se até dez quilómetros de distância.

O Presidente chinês Xi Jinping, e o primeiro-ministro, Li Keqiang, instaram a que sejam envidados "todos os esforços para resgatar as vítimas".

Maior porto do norte da China, situado a 150 quilómetros de Pequim, Tianjin é a sede de um município com cerca de 15 milhões de habitantes.

Lusa

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