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Supermercados estatais limitam compras de clientes a um dia por semana na Venezuela

As redes de supermercados estatais da Venezuela vão passar a vender os produtos alimentares básicos segundo o bilhete de identidade, limitando a um dia por semana as compras dos clientes, retomando uma medida suspendida há dois meses.

Ramon Espinosa

O anúncio foi feito pelo ministro venezuelano de Alimentação e vice-presidente de Soberania Alimentar, Carlos Osório e tem lugar depois de nos últimos dias se intensificarem as aglomerações de clientes, junto dos supermercados estatais, à procura de produtos alimentares básicos.

"Cumprindo o mandado do Povo reativamos o acesso aos produtos prioritários por 'terminal' (últimos números) do bilhete de identidade", anunciou o ministro através da sua conta no Twitter.

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas da população sobre as dificuldades para conseguir produtos essenciais, como leite, óleo, café, açúcar, margarina, papel higiénico, lâminas de barbear, champô, sabonetes, preservativos, entre outros.

Diariamente, os supermercados registam grandes filas de clientes à procura de produtos que muitas vezes são vendidos na sua totalidade sem chegarem a ser colocados nas prateleiras.

Alguns cidadãos recorrem frequentemente a aplicações de telemóveis de última geração ('smartphones') para saber onde chegam os produtos escassos e para avisar os amigos da sua existência em determinado local.

Para conseguirem os produtos essenciais, os venezuelanos perdem várias horas diárias nas filas de diferentes estabelecimentos comerciais.

Na Venezuela existem várias redes estatais de supermercados, entre elas os supermercados Bicentenário, Mercal e Pdval.

Lusa

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