sicnot

Perfil

Mundo

Supermercados estatais limitam compras de clientes a um dia por semana na Venezuela

As redes de supermercados estatais da Venezuela vão passar a vender os produtos alimentares básicos segundo o bilhete de identidade, limitando a um dia por semana as compras dos clientes, retomando uma medida suspendida há dois meses.

Ramon Espinosa

O anúncio foi feito pelo ministro venezuelano de Alimentação e vice-presidente de Soberania Alimentar, Carlos Osório e tem lugar depois de nos últimos dias se intensificarem as aglomerações de clientes, junto dos supermercados estatais, à procura de produtos alimentares básicos.

"Cumprindo o mandado do Povo reativamos o acesso aos produtos prioritários por 'terminal' (últimos números) do bilhete de identidade", anunciou o ministro através da sua conta no Twitter.

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas da população sobre as dificuldades para conseguir produtos essenciais, como leite, óleo, café, açúcar, margarina, papel higiénico, lâminas de barbear, champô, sabonetes, preservativos, entre outros.

Diariamente, os supermercados registam grandes filas de clientes à procura de produtos que muitas vezes são vendidos na sua totalidade sem chegarem a ser colocados nas prateleiras.

Alguns cidadãos recorrem frequentemente a aplicações de telemóveis de última geração ('smartphones') para saber onde chegam os produtos escassos e para avisar os amigos da sua existência em determinado local.

Para conseguirem os produtos essenciais, os venezuelanos perdem várias horas diárias nas filas de diferentes estabelecimentos comerciais.

Na Venezuela existem várias redes estatais de supermercados, entre elas os supermercados Bicentenário, Mercal e Pdval.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.