sicnot

Perfil

Mundo

Violência e sexo não vendem, revela estudo norte-americano

Um estudo da Universidade de Ohio, Estados Unidos, concluiu que o sexo e a violência na televisão, cinema e imprensa não servem para vender mais, tendo até um impacto negativo, desmentindo uma ideia que marcou a indústria da publicidade.

© Jason Reed / Reuters

Em geral, os conteúdos violentos ou com carga sexual têm um impacto negativo no produto ou não têm qualquer impacto, segundo as conclusões divulgadas na quinta-feira.

"A violência e o sexo nunca ajudam ou, por vezes, prejudicam a eficácia da publicidade", assegura o estudo.

Os investigadores analisaram as reações de 8.500 participantes em meia centena de experiências para determinar os efeitos do sexo e da violência na atitude em relação às marcas, nas intenções de compra e no impacto na memória dos telespetadores.

O conteúdo sexual afetou negativamente a memorização do produto, enquanto a atitude para com uma marca tornou-se mais negativa no caso de anúncios violentos, em comparação com aqueles de conteúdo considerado neutro.

Assim, a intenção de compra diminui se a marcar estiver envolta em conteúdo sexual ou violento, conclui.

Lusa

  • Como não perder Barack e Michelle Obama nas redes sociais

    Mundo

    Sair da Casa Branca implica mais que reunir objetos físicos: é preciso guardar também os tweets, os posts e todo o conteúdo digital produzido nos últimos oito anos pelo Presidente dos EUA e pela primeira-dama. A equipa de Barack Obama já preparou tudo para que nada se perca do seu legado digital.

  • Portugueses querem contratar Obama

    Mundo

    Contratar Barack Obama. Pode parecer uma tarefa impossível, mas para a startup portuguesa Swonkie a única resposta a este desafio é "Yes We Can", mote da campanha presidencial de Obama de há nove anos.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.