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Obama diz que é preciso agir mais rápido na luta contra alterações climáticas

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na segunda-feira que a humanidade já dispõe de conhecimentos científicos e tecnológicos para enfrentar as alterações climáticas, mas que a luta está a ser demasiado lenta e que "é preciso agir mais rápido".

"As temperaturas no Ártico estão a aumentar ao dobro do ritmo do resto do planeta. O ano passado foi o mais quente jamais registado no Alasca. Isto pressupõe ameaças para as populações locais, algumas delas iminentes", disse Obama.

"As temperaturas no Ártico estão a aumentar ao dobro do ritmo do resto do planeta. O ano passado foi o mais quente jamais registado no Alasca. Isto pressupõe ameaças para as populações locais, algumas delas iminentes", disse Obama.

© Jonathan Ernst / Reuters

"As alterações climáticas avançam todos os dias. A ameaça distante é agora um perigo iminente. Está a acontecer aqui e agora", disse Obama aos participantes, de vários países, para uma conferência sobre o Ártico patrocinada pelo Departamento de Estado e realizada em Anchorage, no Alasca.

"As temperaturas no Ártico estão a aumentar ao dobro do ritmo do resto do planeta. O ano passado foi o mais quente jamais registado no Alasca. Isto pressupõe ameaças para as populações locais, algumas delas iminentes", disse o presidente.

Obama, que fez do combate às alterações climáticas um cavalo de batalha do seu segundo mandato, explicou que uma área do tamanho do estado de Massachusetts ardeu desde há um ano no Alasca, como consequência das temperaturas elevadas e seca que assola o oeste da América do Norte.

"Isso põe em risco não só as comunidades, como também os homens e as mulheres que arriscam as suas vidas lutando contra o fogo", disse o Presidente, que deu o exemplo de três bombeiros recentemente falecidos quando tentavam apagar um incêndio no estado de Washington.

Lusa

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