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Malásia detém três suspeitos por ligações ao atentado à bomba em Banguecoque

A polícia da Malásia confirmou hoje a detenção de dois homens e de uma mulher por alegadas ligações ao atentado à bomba perpetrado em meados de agosto num templo em Banguecoque.

Ao final da tarde de segunda-feira uma bomba explodiu no templo Erawan matando 20 pessoas e ferindo mais de 100. O atentado ainda não foi reivindicado.

Ao final da tarde de segunda-feira uma bomba explodiu no templo Erawan matando 20 pessoas e ferindo mais de 100. O atentado ainda não foi reivindicado.

© Athit Perawongmetha / Reuters

O chefe da polícia, Khalid Abu Bakar, precisou que dois dos detidos têm nacionalidade malaia e outro paquistanesa, mas não revelou o tipo de envolvimento no ataque nem quando foram realizadas as detenções.

As autoridades locais procederam à captura dos suspeitos com base em informações facultadas pela policía tailandesa, segundo o diário The Malaysia Insider.

No domingo, a Tailândia emitiu uma ordem de prisão contra um cidadão chinês chamado Abudureheman Abudusataer, e conhecido por "Ishan".

Oriundo da região chinesa de Xinjiang, "Ishan" foi considerado pelas autoridades tailandesas o alegado "cérebro" do atentado.

Além de Ishan, a polícia deu ordem de prisão para outras 11 pessoas, a maioria estrangeiros.

As autoridades tailandesas insistem em vincular o atentado ao crime organizado apesar de a investigação policial alimentar a hipótese de uma represália pela deportação, em junho, de uma centena de uigures para a China.

O atentado à bomba do passado 17 de agosto num templo de Banguecoque causou 20 mortos e uma centena de feridos.

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