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Campanha contra "robôs sexuais" lançada em Inglaterra

Ainda não chegaram ao mercado e se depender de Kathleen Richardson, não vão chegar nunca! A especialista britânica em ética para robôs, da Universidade De Montfort, em Inglaterra, lançou uma campanha contra as empresas que pretendem comercializar robôs sexuais, isto é, usados para sexo.

São robôs usados como substitutos sexuais que aos olhos de Kathleen Richardson, a especialista em ética para robôs, vão "contribuir para as desigualdades entre homens e mulheres" e reforçar a imagem de "mulheres objeto".

A especialista em ética lidera uma campanha contra o fabrico e venda destes bonecos sexuais. Numa entrevista à estação de televisão norte-americana CNBC, revelou que estão a ser produzidos bonecos não só em forma de mulheres mas também crianças.

Uma das empresas que fabrica este tipo de objetos, a californiana RealDoll, planeia vender uma boneca sexual de borracha, com "inteligência artificial" em 2017. Já a "True Companion" promete lançar, já este ano, Roxxxy, o primeiro robô sexual do mundo, em versão feminina e masculina. O "gadget" irá custar 7 mil dólares, cerca 6.200 euros.

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    Economia

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