sicnot

Perfil

Mundo

Começa na Nova Zelândia processo para extraditar Kim Dotcom para os EUA

O processo para extraditar o fundador do portal Megaupload, Kim Dotcom, para os Estados Unidos da América (EUA), onde é procurado por alegada pirataria informática e outros crimes, começou hoje na cidade neozelandesa de Auckland.

© Nigel Marple / Reuters

"Este caso não é sobre mim, mas sobre o controlo que damos às empresas norte-americanas e ao Governo norte-americano sobre a Internet", disse hoje Dotcom, na sua conta de Twitter, ainda que depois tenha recusado fazer declarações à imprensa.

Juntamente com Dotcom serão julgados em Auckland os alemães Mathias Ortmann e Finn Batato e o holandês Bram van der Kolk, todos detidos em janeiro de 2012 na mansão alugada nos arredores da cidade neozelandeza, como parte de uma operação internacional dirigida pelo FBI.

Na sessão de abertura do julgamento, o juiz Nevin Dawson analisa os pedidos dos arguidos para suspender ou adiar o processo.

O processo de extradição deve demorar cerca de quatro semanas, com a apresentação da análise de um especialista norte-americano sobre direitos de autor, que questiona a base legal da acusação formulada pelas autoridades do seu país.

Segundo as investigações do FBI, o Megaupload, que chegou a ter 50 milhões de usuários e a representar 4% do tráfico mundial, gerou ilegalmente 175 milhões de dólares (162 milhões de euros).

Até agora, o único condenado dos sete membros do Megaupload acusados nos Estados Unidos da América é o programador estónio Andrus Nomm, que em fevereiro passado foi condenado a cerca de um ano de prisão depois de admitir participação na violação de direitos de autor.

Lusa

  • "É preciso despartidarizar o sistema de Proteção Civil", diz Duarte Caldeira
    2:47
  • Homem morreu ao tentar salvar animais das chamas
    2:30
  • Arcebispo de Braga pede responsabilidades pelos incêndios
    1:40

    País

    Braga também sofreu um dos mais violentos incêndios dos últimos anos. O fogo descontrolado atravessou várias freguesias e destruiu duas empresas. A igreja, pela voz do arcebispo de Braga, pede ação e o apuramento de responsabilidades, face a esta calamidade.

  • "Estou a ficar sem água, vai ser um trabalho inglório"
    1:06