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Ex-tesoureiro do PT condenado a 15 anos de prisão por desvios na Petrobras

O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT, da Presidente brasileira, Dilma Rousseff) João Vaccari Neto foi condenado esta segunda-feira a 15 anos e quatro meses de prisão por branqueamento de capitais, associação criminosa e corrupção na Petrobras.

Vaccari Neto foi considerado culpado pela Justiça Federal brasileira por desvios em obras da petrolífera feitas pelo consórcio Interpar, em duas refinarias, no interior de São Paulo e no Paraná. (Arquivo)

Vaccari Neto foi considerado culpado pela Justiça Federal brasileira por desvios em obras da petrolífera feitas pelo consórcio Interpar, em duas refinarias, no interior de São Paulo e no Paraná. (Arquivo)

© Ueslei Marcelino / Reuters

Vaccari Neto foi considerado culpado pela Justiça Federal brasileira por desvios em obras da petrolífera feitas pelo consórcio Interpar, em duas refinarias, no interior de São Paulo e no Paraná.

Além de Vaccari, também foram condenados o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e mais oito pessoas, entre elas os delatores (que fizeram acordo com a Justiça para ceder informações em troca de uma possível redução na pena) Pedro Barusco, ex-gerente da petrolífera, Augusto Mendonça, empresário, Alberto Yousseff, doleiro (que faz operação irregular com a moeda norte-americana) e o lobista Julio Camargo.

A pena de Renato Duque foi de 20 anos e oito meses de prisão. Tanto ele como o ex-tesoureiro do PT respondem a outras ações de desvios na petrolífera. Ambos negaram qualquer participação no esquema durante as investigações.

A sentença, divulgada pela imprensa brasileira, afirma que construtoras pagavam subornos a executivos da Petrobras e a Vaccari para conseguir contratos. O ex-tesoureiro foi acusado de receber 4,3 milhões de reais (961.000 euros) para os passar ao Partido dos Trabalhadores.

Os delatores obtiveram reduções nas suas penas. Julio Camargo passou de 12 anos de prisão para cinco em regime aberto e Augusto Mendonça, de mais de 16 anos para quatro anos em regime aberto, nos dois casos com prestação de serviços à comunidade, segundo a imprensa brasileira.

Lusa

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