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EUA repatriam saudita que terá sido guarda-costas de Bin Laden

Um detido saudita, acusado pelos militares dos EUA de ter sido guarda-costas de Osama bin Laden, foi repatriado, depois de passar mais de uma década detido em Guantanamo, informou esta terça-feira o Pentágono.

Osama Bin Laden (Arquivo)

Osama Bin Laden (Arquivo)

© STR New / Reuters

Abdul Shalabi, de 39 anos, tinha sido capturado primeiro por forças paquistanesas, em dezembro de 2001, e transferido no mês seguinte para Guantanamo.

Mas em junho deste ano, um painel de acompanhamento "determinou que a continuação da detenção de Abdul Shalabi já não é necessária para proteger da eventualidade de uma ameaça significativa à segurança dos EUA", afirmou o assessor de imprensa do Pentágono, Peter Cook.

Shalabi, que esteve em greve de fome por um período prolongado, vai ser libertado no âmbito de um programa do governo saudita de reabilitação de ex-detidos e vai ser vigiado nos próximos anos.

A libertação de Shalabi reduz para 114 o número de detidos em Guantanamo.

Lusa

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