sicnot

Perfil

Mundo

Papa apela para novo tipo de 'revolução' em Cuba: uma reconciliação

O papa Francisco disse hoje missa na cidade de Santiago de Cuba, berço da revolução comunista de 1959 na ilha, apelando para um novo tipo de 'revolução', uma de reconciliação.

© Edgard Garrido / Reuters

O papa, que parte hoje de Cuba para a sua primeira visita de sempre aos Estados Unidos, disse a última missa da parte cubana da sua viagem na basílica dedicada a Nossa Senhora da Caridade de El Cobre, a santa padroeira da ilha -- uma Virgem Maria miscigenada que simboliza as suas raízes espanholas e africanas entrecruzadas.

Francisco louvou Maria como a personificação de "uma revolução de ternura", e instou os cubanos a seguirem o seu exemplo "para construírem pontes, deitar abaixo muros, plantar sementes de reconciliação", em comentários que pareciam aludir à recente reconciliação que ajudou a iniciar entre Cuba e os Estados Unidos.

"A alma do povo cubano foi forjada pelo sofrimento e pela privação que não conseguiram suprimir a fé, essa fé que foi mantida viva graças a todas aquelas avós que acolheram, na vida quotidiana dos seus lares, a presença viva de Deus".

O argentino de 78 anos, o primeiro papa latino-americano, iria em seguida encontrar-se com famílias e abençoar aquela cidade do sudeste, a segunda maior do país, antes de partir para Washington.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.