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Encontrados novos emails trocados por Hillary Clinton a partir do e-mail pessoal

O Departamento de Estado norte-americano informou esta sexta-feira que obteve mais 'emails' correspondentes ao período em que Hillary Clinton foi secretária de Estado e que a pré-candidata presidencial não tinha disponibilizado anteriormente.

Hillary Clinton repetiu em várias ocasiões que entregou todos os 'emails' relativos ao período em que liderou a diplomacia norte-americana (2009-2013) para que fossem analisados na investigação em curso, mas não entregou o conjunto de mensagens referidas hoje pelo Departamento de Estado.

Hillary Clinton repetiu em várias ocasiões que entregou todos os 'emails' relativos ao período em que liderou a diplomacia norte-americana (2009-2013) para que fossem analisados na investigação em curso, mas não entregou o conjunto de mensagens referidas hoje pelo Departamento de Estado.

© Brian Snyder / Reuters

Hillary Clinton repetiu em várias ocasiões que entregou todos os 'emails' relativos ao período em que liderou a diplomacia norte-americana (2009-2013) para que fossem analisados na investigação em curso, mas não entregou o conjunto de mensagens referidas hoje pelo Departamento de Estado.

Trata-se de um grupo de mensagens trocadas com o então comandante do Comando Central dos Estados Unidos, general David Petraeus, durante as sus primeiras semanas como secretária de Estado, em janeiro e fevereiro de 2009.

O Departamento da Defesa encontrou os 'emails' e encaminhou-os para o departamento de Estado, que leva a cabo a investigação pelo uso que Hillary Clinton fez da sua conta de correio eletrónico pessoal para tratar de assuntos oficiais.

Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby, trata-se de uma dezena de e-mails que abordam, principalmente, "assuntos pessoais".

No final de agosto, o Departamento de Estado norte-americano publicou 7.000 páginas de correio eletrónico enviadas ou recebidas por Clinton, durante o mandato de secretária de Estado.

No início de setembro, Hillary Clinton pediu desculpas por usar um servidor de 'email' privado enquanto secretária de Estado, afirmando que a decisão foi "um erro".

Lusa

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