sicnot

Perfil

Mundo

Garrafa de champanhe com 100 anos vendida por 116.375 dólares nos EUA

Uma garrafa de champanhe Krug de 1915 foi vendida por 116.375 dólares num leilão em Nova Ioque, num pacote que inclui alojamento em Champagne, nordeste de França, para quatro pessoas que vão degustar a garrafa no local.

Em 2011, uma garrafa de Veuve-Clicquot 1841 foi adquirida por 30 mil euros, um montante considerado recorde. (Arquivo)

Em 2011, uma garrafa de Veuve-Clicquot 1841 foi adquirida por 30 mil euros, um montante considerado recorde. (Arquivo)

© Lehtikuva Lehtikuva / Reuters

A garrafa de champanhe vendida na sexta-feira num leilão organizado pela leiloeira Sotheby's nunca deixou a cave da casa Krug, hoje em dia controlada pelo LVMH, escreve a AFP.

O comprador da garrafa centenária, cujo nome não foi divulgado, será recebido pela casa Krug por dois dias com três convidados à sua escolha.

Em 2011, uma garrafa de Veuve-Clicquot 1841 foi adquirida por 30 mil euros, um montante considerado recorde.

Em 2008, a casa Acker Merrall & Condit tinha vendido em Nova Iorque duas garrafas de Dom Pérignon Rosé de 1959 por 84.700 dólares, mas ao câmbio da época a venda foi estimada em cerca de 54.000 euros, ou seja, menos do valor de cada garrafa Veuve-Clicquot 1841.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.