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Rússia e EUA mantêm contactos sobre luta contra jihadistas na Síria

As autoridades militares da Rússia e dos Estados Unidos mantêm contactos sobre um possível acordo de cooperação na luta contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI) na Síria, anunciou esta terça-feira o vice-ministro da Defesa russo, Anatoli Antonov.

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O representante admitiu, no entanto, que as autoridades russas desejam que o alcance da cooperação entre Moscovo e Washington seja mais amplo, convidando os norte-americanos a estarem mais recetivos ao potencial destas conversações.

"Lamentavelmente, os norte-americanos têm reduzido até agora a cooperação à coordenação dos pilotos dos respetivos países durante as missões de voo" no território sírio, disse o vice-ministro da Defesa russo.

Anatoli Antonov indicou que os responsáveis militares russos e o Departamento de Defesa norte-americano (Pentágono) vão realizar em breve uma segunda videoconferência para debater potenciais vias de cooperação, admitindo, porém, que preferia que estes contactos fossem mais diretos.

"Conversar cara a cara sobre todos os problemas que enfrentamos", disse o representante russo.

A realizar uma visita a Espanha, o secretário da Defesa norte-americano, Ashton Carter, apresentou uma outra versão sobre as conversações entre Washington e Moscovo, afirmando que os esforços para garantir a segurança dos pilotos dos dois países nos céus da Síria terão entrado num impasse.

As recentes informações sobre violações do espaço aéreo turco por aviões de combate russos poderão levar a um "endurecimento" da posição norte-americana, alertou Ashton Carter, sem dar mais detalhes.

Nas mesmas declarações, hoje citadas pela agência espanhola EFE, o número dois da Defesa russa também defendeu a atuação de Moscovo na Síria e reagiu às acusações de alguns países ocidentais e árabes, que afirmam que os bombardeamentos russos estão a atingir sobretudo a população civil síria.

"Verificamos centenas de vezes a nossa informação. As decisões que tomamos são ponderadas e calculadas. Só atacamos quando estamos 100 por cento seguros", assegurou Anatoli Antonov.

Desde que a aviação russa iniciou na semana passada os bombardeamentos em território sírio, Moscovo tem insistido que as suas ações são dirigidas exclusivamente contra as organizações terroristas que operam na Síria.

As autoridades russas admitiram também que o EI não é o único grupo 'jihadista' presente no território sírio, reconhecendo ainda que os objetivos de Moscovo não estão limitados ao grupo radical sunita.

Lusa

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