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Pequim arrecadou 13,8 milhões de euros em multas por poluição

A capital chinesa arrecadou 100 milhões de yuan (13,85 milhões de euros) em multas aplicadas por violação das normas ambientais nos primeiros nove meses do ano, quase o dobro em termos homólogos, noticiou hoje a agência oficial Xinhua.

Reuters

Entre janeiro e setembro, as autoridades de Pequim investigaram 2.492 casos envolvendo poluição da água e do ar, e projetos de construção que não cumpriram com as normas.

Em outubro, a China introduziu taxas para as empresas emissoras de Compostos Orgânicos Voláteis, responsáveis pela formação de PM2.5, as partículas suspensas inaláveis usadas como principal indicador para avaliar a poluição atmosférica.

Fabricantes de mobiliário e empresas dos setores da petroquímica, automóveis e eletrónicos foram as mais afetadas, com multas que variam entre os 10 e o 40 yuan (1,40 euros e 5,5 euros, respetivamente) por quilo de matéria descarregada.

"As multas são superiores aos custos que as empresas teriam se tratassem devidamente as suas emissões, e por isso deverão obrigar à adoção de práticas limpas", escreveu a Xinhua.

A poluição é uma das principais fontes de insatisfação popular na China.

Em Pequim, sede de um município com cerca de 21,5 milhões de habitantes, a qualidade do ar está muitas vezes acima dos limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde.

"Iremos declarar guerra à poluição e iremos combatê-la com a mesma determinação com que lutámos contra a pobreza", anunciou o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, no primeiro relatório que apresentou à Assembleia Nacional Popular (parlamento), em março do ano passado.

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