sicnot

Perfil

Mundo

Dois palestinianos mortos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental

Dois palestinianos foram mortos hoje na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental depois de terem atacado israelitas, indicaram hoje o Exército e a polícia israelitas.

Polícia israelita tapa o corpo do palestiniano abatido após ter tentado esfaquear um colono, na Cisjordânia

Polícia israelita tapa o corpo do palestiniano abatido após ter tentado esfaquear um colono, na Cisjordânia

© Ammar Awad / Reuters

O primeiro ataque ocorreu na Cisjordânia ocupada pouco antes das 09:00 locais (07:00 em Lisboa) perto do enclave judio do centro de Hébron, onde 500 colonos israelitas vivem com proteção do Exército.

Segundo o Exército, um palestiniano tentou esfaquear um colono israelita, que o matou para se defender.

As forças de segurança palestinianas confirmaram a morte do assaltante, identificado como Fadel al-Kawatsmi, de 18 anos.

Pouco depois, um outro palestiniano, que não foi identificado, foi morto depois de ter tentado esfaquear um soldado durante um controlo de identidade e foi imediatamente morto por militares, precisou a porta-voz da polícia israelita, Louba Samri.

A escalada de violência, que começou a 01 de outubro na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém Oriental, antes de se estender à Faixa de Gaza e a Israel, já provocou 39 mortos, incluindo numerosos autores de ataques, e centenas de feridos palestinianos, bem como sete mortos e dezenas de feridos israelitas.

Lusa

  • Palestiniano morto a tiro pela polícia israelita
    0:25

    Mundo

    Um palestiniano foi morto esta segunda-feira, à entrada da cidade velha de Jerusalém, por polícias israelitas. Nas imagens divulgadas pelas autoridades de Telavive, vê-se o homem sentado junto a um gradeamento, a ser interrogado pelos agentes, e quando se levanta, ataca um dos polícias com uma faca. Acabou por ser abatido no local, por outros agentes. As autoridades de Israel dizem que, só hoje, pelo menos dois jovens israelitas, de 14 e 20 anos, foram esfaqueados por palestinianos em Jerusalém.

  • Palestiniano que tentou esfaquear mulher israelita abatido a tiro
    1:44

    Mundo

    Israel mobilizou 300 soldados para Jerusalém leste, começou a controlar os acessos à parte oriental da cidade e reforçou a segurança nos transportes públicos. As medidas são a resposta à vaga de ataques dos últimos dias. Só esta quarta-feira, foram neutralizadas duas tentativa de esfaqueamentos de israelitas.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.