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Representantes da UE reúnem-se em cadeia de Luanda com ativistas detidos

Representantes diplomáticos de embaixadas de países da Europa em Luanda, incluindo de Portugal e da União Europeia, reuniram-se esta quarta-feira no hospital-prisão de São Paulo, na capital angolana, com 14 dos ativistas que se encontram desde junho em prisão preventiva.

Os 15 ativistas angolanos são acusados de atos preparatórios para um golpe de Estado e um atentado ao Presidente, estando detidos desde 20 de junho.

Os 15 ativistas angolanos são acusados de atos preparatórios para um golpe de Estado e um atentado ao Presidente, estando detidos desde 20 de junho.

PAULO CUNHA / Lusa

A reunião, explicou a chefe da secção política da Delegação da União Europeia em Angola, a portuguesa Joana Fisher, surge na sequência de encontro idêntico, no sábado, com o 'rapper' e ativista luso-angolano Luaty Beirão, neste caso numa clínica de Luanda, onde se encontra a cumprir greve de fome, ao fim de 31 dias.

"No que concerne à situação dos defensores dos direitos humanos e outros ativistas no país, a União Europeia tem desenvolvido esforços reiterados e tem pugnado pelo cumprimento das garantias processuais previstas na lei angolana", afirmou, ao fim de mais de três horas de reuniões, que permitiram, conforme a Lusa constatou no interior, ouvir oito dos 14 detidos que ali aguardam julgamento.

Os 15 ativistas angolanos são acusados de atos preparatórios para um golpe de Estado e um atentado ao Presidente, estando detidos desde 20 de junho. O julgamento arranca a 16 de novembro e estes jovens exigem aguardar o desfecho do processo em liberdade, como prevê a lei angolana.

Lusa

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