sicnot

Perfil

Mundo

Cabo Verde quer vulcão do Fogo como Património da Humanidade

Cabo Verde vai propor à UNESCO a classificação do vulcão e da localidade de Chã das Caldeiras, na ilha do Fogo, como Património Mundial da Humanidade, disse o hoje presidente do Instituto de Património Cultural (IPC), Humberto Lima.

© KYODO Kyodo / Reuters

Para tal, os dois sítios, terão que ser incluídos na lista indicativa dos lugares que em Cabo Verde têm potencialidades para serem classificados.

A lista está atualmente em revisão e deverá passar a incluir também como novos sítios Nova Sinta (Brava), reserva natural de Santa Luzia e ilhéu Branco e Raso e a cova e montanhas de Ribeira da Torre e Paúl (Santo Antão).

Humberto Lima, que falava aos jornalistas, na Praia, à margem de um seminário sobre a revisão da referida lista adiantou que, além dos sítios culturais, a ideia é propor também sítios naturais, sendo que a Chã das Caldeiras e o Vulcão do Fogo reúnem as duas componentes.

"É um processo que certamente será um pouco mais difícil, mas nós vamos trabalhar, fazer investigações e propor esses sítios, mas sabendo que não será tão fácil inscreve-los, tendo em conta que são patrimónios mistos", disse Humberto Lima, citado pela agência cabo-verdiana de notícias Inforpress.

Em 2004, Cabo Verde apresentou à UNESCO a lista indicativa de locais com potencialidades para serem classificados como património mundial, onde se incluía a Cidade Velha, ilha de Santiago, o único local que viria a ser classificado, em julho de 2009.

Da lista de 2004 constavam ainda as Salinas de Pedra de Lume (Sal), o Centro Histórico da Praia (Santiago), o Campo de Concentração do Tarrafal (Santiago) e o Centro Histórico de São Filipe (Fogo).

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) recomenda que os países atualizem a lista de 10 em 10 anos.

Lusa

  • TAP recruta mais assistentes de bordo
    2:40

    Economia

    A TAP assegura que, até ao final de outubro, os problemas com falta de tripulação vão terminar. Até ao final do ano vão ser contratados novos assistentes de bordo, mas o sindicato diz que não chega.