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Serviços secretos sugerem que bomba está na origem da queda de avião no Egito

Informação intercetada por espiões norte-americanos e britânicos sugere que uma bomba poderá ter sido levada para o avião russo que caiu no Egito na semana passada, divulgou hoje a imprensa britânica.

© Mohamed Abd El Ghany / Reuters

O jornal The Times disse que a informação surgiu quando uma operação conjunta dos serviços secretos dos dois países "utilizou satélites para descobrir comunicações eletrónicas" entre os militantes do grupo radical Estado Islâmico (EI) na Síria e no Egito, sem dar uma fonte da informação.

"O tom e conteúdo das mensagens convenceram os analistas de que uma bomba foi transportada para bordo por um passageiro ou um membro do pessoal de terra do aeroporto", refere o jornal, a quem recentemente foi dado um raro acesso às comunicações da agência de espionagem britânica GCHQ.

Segundo o Daily Telegraph, "espiões britânicos intercetaram mensagens que mostravam que os extremistas do ISIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante, nome utilizado inicialmente pelo EI) tinham planeado um grande ataque terrorista na região".

O correspondente sobre segurança da BBC, Frank Gardner, disse por seu turno que os serviços de segurança britânicos suspeitam que alguém com acesso ao compartimento da bagagem do avião colocou uma bomba no local pouco antes do jato ter descolado.

Os 'jihadistas' do EI reivindicaram a autoria do desastre.

Uma porta-voz do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, recusou comentar as notícias, adiantando que o governo não dará pormenores sobre questões dos serviços secretos.

As administrações norte-americana e britânica declararam ser possível que um explosivo tenha causado a queda do avião, que saiu de Sharm el-Sheikh com destino a São Petersburgo, na península do Sinai, matando todas as 224 pessoas a bordo.

O Egito e a Rússia pediram paciência antes de tirar conclusões até que os resultados da investigação sobre o acidente sejam conhecidos.

Lusa

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