sicnot

Perfil

Mundo

Três iranianos decapitados na Arábia Saudita, 145 execuções desde janeiro

Três iranianos, condenados por tráfico de droga, foram hoje decapitados com um sabre na Arábia Saudita, elevando para 145 o número de execuções efetuadas desde janeiro naquele reino ultraconservador do Golfo Pérsico.

Os três homens tinham tentado introduzir por via marítima uma "grande quantidade de haxixe" na Arábia Saudita, informou o Ministério do Interior saudita.

Os iranianos foram executados na cidade portuária de Dammam, na zona leste do reino saudita.

Desde janeiro, 145 pessoas foram executadas na Arábia Saudita, segundo uma contagem realizada pela agência francesa AFP. Este valor ultrapassa de forma significativa o total de execuções registado no ano passado, 87.

Os crimes de violação, homicídio, apostasia (renegar a religião), assalto à mão armada e tráfico de droga são passíveis da pena de morte na Arábia Saudita, país que segue uma versão rigorosa da 'sharia' (lei islâmica).

As autoridades sauditas apresentam a dissuasão como o argumento chave para justificar a pena de morte.

Segundo a organização não-governamental Amnistia Internacional (AI), a Arábia Saudita figura entre os países que realizam o maior número de execuções no mundo, a par da China, Irão e dos Estados Unidos.

Lusa

  • Portugueses e espanhóis protestam em Salamanca contra mina de urânio
    0:38

    País

    O Bloco de esquerda desafia o Governo português a exigir às autoridades espanholas uma avaliação do impacto ambiental da mina de urânio a 40 quilómetros da fronteira portuguesa. Este caso está gerar contestação entre os ambientalistas. Várias associações portuguesas participaram este sábado numa manifestação em Salamanca. A Quercus diz-se preocupada com o impacto da mina de urânio no território português.

  • Assalto a Tancos e roubo de armas da PSP podem estar relacionados
    1:24

    País

    O assalto a Tancos e o roubo de três armas da PSP, recuperadas na semana passada, podem estar relacionados. O semanário Expresso avança hoje que há suspeitos de terem participado nos dois assaltos e o grupo, ou parte dele, atua principalmente do Algarve, com possíveis ligações a outras organizações espalhadas pelo país ou até transacionais.

  • As gravações que provam que as autoridades conheciam o perfil violento de Nikolas Cruz
    1:35