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Nicolas Maduro denuncia na ONU campanha contra a Venezuela

O Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, afirmou hoje na ONU que o seu país é alvo de um "assédio permanente", momentos depois do Alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos ter criticado a falta de imparcialidade do sistema judiciário venezuelano.

(arquivo)

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© STRINGER Bolivia / Reuters

"A Venezuela está a enfrentar um assédio permanente e (...) para a manipulação dos Direitos Humanos (...) para isolar o nosso país", declarou Maduro, diante do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, em Genebra.

"A Venezuela exige um maior respeito", acrescentou o chefe de Estado venezuelano, recordando que o seu país foi eleito há algumas semanas para o Conselho dos Direitos Humanos da ONU, órgão formado por 47 membros, um pequeno grupo quando comparado com os 193 estados-membros que compõem as Nações Unidas.

Momentos antes destas declarações de Maduro, o Alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, o jordano Zeid Ra'ad Al Hussein, tinha denunciado, através de videoconferência, a falta de imparcialidade do sistema judiciário venezuelano.

"Um bom número de órgãos da área dos Direitos Humanos da ONU, incluindo o grupo de trabalho sobre a detenção arbitrária e o comité de Direitos Humanos, bem como o meu próprio gabinete, expressaram sérias preocupações sobre a independência do poder judicial na Venezuela, a imparcialidade dos juízes e dos magistrados do Ministério Público e as pressões que enfrentam quando tratam de casos politicamente sensíveis", afirmou Zeid Ra'ad Al Hussein.

O Alto-comissário também denunciou "a intimidação, as ameaças e os ataques contra jornalistas, defensores dos Direitos Humanos e advogados".

A intervenção de Maduro, que viajou para Genebra com a sua mulher, ocorre um dia depois de opositores venezuelanos terem apresentado uma queixa junto do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o chefe de Estado venezuelano por crimes contra a humanidade.

Lusa

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