sicnot

Perfil

Mundo

França reforça porta-aviões nos bombardeamentos ao Daesh

O Governo francês tem estado a avançar nos bombardeamentos às posições do Daesh, o auto-proclamado Estado Islâmico. Esta segunda-feira, o Ministério da Defesa gaulês fez saber, através de um comunicado, que já partiram quatro caças do porta-aviões francês Charles de Gaulle.

Até agora, o porta-aviões francês Charles de Gaulle tinha sido envolvido apenas em missões no Iraque.

Até agora, o porta-aviões francês Charles de Gaulle tinha sido envolvido apenas em missões no Iraque.

© Jean-Paul Pelissier / Reuters

Os bombardeiros têm a missão de atacar o norte da Síria, mais precisamente Raqqa, cidade bastião do Daesh.

Na operação desta noite, participaram também os dois aviões Mirage da Força Aérea que já estavam a postos na Jordânia.

Um raide que, de acordo com a informação disponibilizada, foi lançado às 18:30, hora de Lisboa, e permitiu destruir um local ocupado por terroristas, um centro de comando e um depósito de material e viaturas.

Até agora, o porta-aviões francês Charles de Gaulle tinha sido envolvido apenas em missões no Iraque.

Com 26 caças a bordo, aumenta para o triplo a capacidade de meios de ataque da França na região do norte do Iraque e da Síria.

  • Luís Pina indiciado por quatro crimes de tentativa de homicídio
    2:24
  • Ministro "mais descansado" com relatório sobre Almaraz, ambientalistas contestam
    2:01

    País

    O ministro do Ambiente diz estar mais descansado depois de conhecer o relatório técnico que considera o armazém de resíduos nucleares em Almaraz uma solução adequada. Já as associações ambientalistas e os partidos criticam o parecer positivo à construção e querem ouvir os ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros no Parlamento.

  • Marcelo recebido por multidão na Ovibeja
    2:52
  • Líderes europeus unidos para iniciar saída do Reino Unido
    2:08
  • 100 dias de Trump em 04'30''
    4:33

    Pequenas grandes histórias

    Donald Trump tomou posse como 45º Presidente dos EUA dia 20 de janeiro de 2017, faz este sábado, 100 dias. Prometeu grandes mudanças, mas os planos acabaram por chocar de frente com a realidade e a burocracia de Washington, como foi o caso do Obamacare. Foi a primeira ordem executiva que assinou, no dia em que tomou posse, mas a revogação está longe de acontecer.