sicnot

Perfil

Mundo

Explosão em autocarro da guarda presidencial da Tunísia fez vários mortos

Uma explosão atingiu hoje um autocarro com membros da guarda presidencial da Tunísia provocando mortos e feridos, anunciaram as autoridades. Pelo menos 14 pessoas morreram, segundo o porta-voz da presidência, Moez Sinaoui, que qualificou o incidente de atentado.

(arquivo)

(arquivo)

© Anis Mili / Reuters

Além dos mortos, pelo menos 11 pessoas ficaram feridas, acrescentou o porta-voz, citado pela agência France Presse.

Segundo testemunhas citadas pela agência EFE, a explosão foi provocada por um bombista suicida que se fez explodir quando o autocarro passava em frente da sede do antigo partido de Ben Ali, o ditador deposto em 2011.

A explosão ocorreu numa das principais avenidas de Tunes à hora de ponta.

O Ministério do Interior e a Presidência indicaram tratar-se de um atentado.

A Tunísia foi alvo este ano de dois ataques terroristas, um em março no Museu do Bardo, em Tunes, que fez 22 mortos, e outro em julho na estância turística de Port el-Kantaoui, perto de Sousse, que matou 38 turistas estrangeiros.

Ambos os ataques foram reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Lusa

  • Mais de 50 detidos pela GNR em 12 horas

    País

    A GNR fez 51 detenções entre as 20:00 de sábado e as 08:00 de hoje, 39 das quais por condução sob efeito do álcool ou sem carta, e três por violência doméstica, segundo um comunicado hoje divulgado.

  • "Um Lugar ao Sol"
    17:05
    Perdidos e Achados

    Perdidos e Achados

    SÁBADO NO JORNAL DA NOITE

    O Perdidos e Achados foi conhecer como eram as férias de outros tempos. Quando o Estado Novo controlava o lazer dos trabalhadores e criava a ilusão de um país exemplar. Na Costa de Caparica, onde é hoje o complexo do INATEL estava instalada a maior colónia de férias do país, chamava-se "Um Lugar ao Sol".

  • Monumentos de 7 mil cidades às escuras por 1 hora
    2:51
  • Trump diz que Obamacare vai "colapsar"

    Mundo

    O Presidente norte-americano tentou desvalorizar a derrota política sofrida na sexta-feira no Congresso, ao desistir da revogação da lei de saúde pública do seu antecessor, conhecida como Obamacare, afirmando que esta vai colapsar por si mesma.