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Festa de natal cancelada, polémica instalada

O objetivo era promover a integração e não ofender os alunos de outras culturas. Mas a ideia, do diretor de um colégio em Rozzano foi mal recebida pelos pais e até o primeiro-ministro italiano se pronunciou.

© Alessia Pierdomenico / Reuter

"Não se dialoga abdicando do Natal", diz Matteo Renzi, primeiro-ministro de Itália, ao jornal italiano Corriere della Sera. Foi desta forma que Matteo Renzi reagiu ao "cancelamento do Natal" no colégio Garofani, no município de Milão. "A Itália, a laica e a cristã, jamais renunciará ao Natal".

Tudo começou quando Marco Parma, diretor de uma escola em Rozzano, no município de Milão, onde 20% dos alunos são de origem estrangeira decidiu retirar os crucifixos das salas de aula e cancelar o concerto de Natal.

Os pais, entre eles vários muçulmanos, não gostaram e queixaram-se.

A ministra da Educação disse ao jornal italiano que a escola "deve transmitir valores e isso significa valorizar os símbolos de nossa identidade e não escondê-los, sejam estes laicos ou religiosos".

O partido da extrema-direita Liga Norte promete uma manifestação em frente à escola com uma distribuição de presépios aos alunos.

Entretanto, Marco Parma, apresentou a demissão.

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