sicnot

Perfil

Mundo

Homens demoram menos um minuto a montar móveis que as mulheres

Os homens são mais rápidos que as mulheres a montar mobílias, revelam psicólogos noruegueses. Uma equipa de psicólogos da UiT The Arctic University da Noruega resolveu pôr à prova a afirmação da presidente da IKEA da Alemanha, Petra Hesser, que, em 2008, garantiu que as mulheres são melhores que os homens na montagem dos móveis porque lêem as instruções.

© Petar Kujundzic / Reuters

E embora as mulheres sigam à risca todas as instruções, a investigação norueguesa concluiu que os homens são mais rápidos a terminar a montagem. Um minuto.

Há vários estudos científicos que se debruçam sobre as diferentes habilidades que cada um dos sexos tem. "Esta investigação não pode ser encarada como 'a palavra final' sobre as capacidades de montagem de móveis de homens e mulheres", afirmam os próprios autores do estudo publicado na revista Applied Cognitive Psychology e citado pela Research Digest.

Além de não se poder generalizar a partir do grupo analisado pela equipa norueguesa (40 homens e 40 mulheres), há outros factores, como por exemplo, "sabe-se que os homens têm maior tendência para a competição, por isso talvez estejam mais motivados para a tarefa", sublinham os investigadores.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.