sicnot

Perfil

Mundo

Nada indica que autores do ataque na Califórnia pertençam a grupo terrorista, diz Casa Branca

A Casa Branca afirmou hoje que nada indicia que os autores do ataque de quarta-feira em San Bernardino, Califórnia (EUA), estejam ligados a um grupo terrorista.

© Jason Reed / Reuters


"Não há, até agora, nenhuma indicação de que os autores façam parte de um grupo organizado ou de uma célula terrorista", indicou um porta-voz da presidência norte-americana, indicando, porém, que essa pista está a ser considerada pelo FBI nas investigações em curso.

Hoje, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assegurou no seu espaço radiofónico terem sido dois dos seus seguidores a perpetrar o ataque, em que morreram 14 pessoas.

O anúncio ocorreu horas depois de o diretor assistente do FBI em Los Angeles, David Bowdich, ter informado que o tiroteio está a ser investigado como tendo-se tratado de "um ato de terrorismo" e de vários meios terem revelado que um dos autores tinha ligações ao EI.

A emissora relatou que os alegados seguidores do EI dispararam no interior do centro, causando a morte de 14 pessoas e ferimentos a mais de 20, tendo depois perdido a vida num tiroteio com a polícia.

Os atacantes, Syed Farook e a sua mulher Tashfeen Malik, tinham consigo mais de 1.600 balas e guardavam mais 4.500 em casa: 2.500 para espingardas e 2.000 para pistolas, segundo as autoridades norte-americanas.

Fontes próximas da investigação citadas sexta-feira por vários meios de comunicação dos EUA indicaram que Malik havia jurado lealdade ao líder do EI, Abu Bakr al Bagdadi, numa mensagem no Facebook deixada sob um perfil falso.

Sobre o possível vínculo entre Malik e o EI, Bowdich declarou que o FBI "está ao corrente" e "a investigar" o assunto, embora não o tenha confirmado.

Apesar do anúncio feito hoje no boletim radiofónico de Al Bayan, ouvido no Cairo, não é fácil determinar a existência de coordenação entre Malik e o EI ou se o grupo terrorista estará simplesmente a tentar tirar partido do sucesso do caso, concluiu.

Lusa

  • Daesh reivindica atentado nos EUA
    1:27

    Mundo

    O Daesh acaba de reivindicar o ataque desta semana que provocou a morte de 14 pessoas em San Bernardino, na Califórnia. A declaração foi feita por elementos do estado islâmico a uma rádio online e acontece 3 dias depois do caso que já estava a ser investigado pelo FBI como um ato de terrorismo.

  • Não houve negligência médica no caso do jovem que morreu em São José
    2:33

    País

    Afinal, não houve negligência médica no caso do jovem que morreu há cerca de um ano no Hospital de São José, vítima de um aneurisma. Esta é a conclusão da Ordem dos Médicos e dos peritos do Instituto de Medicina Legal. Segundo o jornal Expresso, todos os relatórios relatórios pedidos pelo Ministério Público e pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central dizem que o corpo clínico do hospital não teve responsabilidades na morte de David Duarte.

  • Jovens estariam de fones e poderão não ter ouvido comboio a aproximar-se
    1:47

    País

    As adolescentes, de 13 e 14 anos, encontradas mortas junto à linha do norte perto de Coimbra podem não ter ouvido a aproximação do comboio, uma vez que estariam de auriculares. Os corpos só foram descobertos 36 horas depois do desaparecimento das jovens, aparentemente vítimas de um descuido fatal.

  • Patti Smith engana-se na música de Bob Dylan durante cerimónia dos Nobel
    1:49

    Mundo

    Os prémios Nobel deste ano já foram entregues. Bob Dylan não compareceu à entrega do galardão da Literatura e fez-se representar pela amiga Patti Smith, que teve um bloqueio enquanto cantava "A Hard Rain's A-Gonna Fall" do músico. O Presidente da Colômbia Juan Manuel dos Santos foi distinguido com o Nobel da paz pelo acordo que alcançou com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

  • CIA acredita que Trump foi ajudado por piratas informáticos russos
    1:24

    Eleições EUA 2016

    As eleições nos Estados Unidos da América já terminaram e o Presidente está eleito. Contudo, Barack Obama quer saber se os russos tentaram mesmo influenciar o voto e ao mesmo tempo perceber o que os serviços secretos aprenderam com todas as fugas de informação durante a campanha. Já a CIA diz não ter dúvidas: para os serviços secretos norte-americanos, Donald Trump foi ajudado por piratas informáticos.