sicnot

Perfil

Mundo

Mariano Rajoy nega que ataque talibã tivesse como alvo a embaixada espanhola em Cabul

O presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy, negou hoje que o ataque talibã em Cabul tivesse como alvo a embaixada espanhola no Afeganistão, mas confirmou que um agente de polícia espanhol morreu no atentado.

Presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy (Reuters)

Presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy (Reuters)

© Sergio Perez / Reuters

"Não era um ataque contra nós, mas sim contra uma casa de hóspedes próxima", declarou Mariano Rajoy em Alicante, à margem de uma ação de campanha para as eleições gerais espanholas de 20 de dezembro.

Rajoy confirmou, no entanto, que um polícia espanhol morreu durante o ataque. Cerca de uma dezena de polícias espanhóis - todos de unidades especiais de intervenção - estão destacados na embaixada espanhola em Cabul.

As declarações de Rajoy surgem cerca de uma hora depois de o ministério dos Assuntos Exteriores de Espanha ter confirmado que o ataque talibã em Cabul tinha visado a embaixada espanhola no Afeganistão.

O ministério espanhol ressalvou que as comunicações com Cabul "estão difíceis" e apenas confirmou que o ataque aconteceu na embaixada, que hoje estava a cargo do encarregado de negócios espanhol naquele país.

Fontes oficiais em Cabul explicaram que o ataque começou cerca das 18:00 horas locais (13:30 em Lisboa) na área de Sherpor, na qual se encontram diversas embaixadas e edifícios governamentais.

O ataque iniciou-se com a explosão de um carro armadilhado, seguido de uma incursão de um grupo de talibãs suicidas num alojamento hoteleiro que fica perto da embaixada espanhola.

Os talibãs, que já reivindicaram a autoria do ataque, afirmaram que causaram um elevado número de vítimas.

Espanha tem atualmente 21 militares em operações no Afeganistão.

Lusa

  • Um pedido de desculpas aos portugueses e um ultimato ao Governo
    3:21
  • Vouzela tenta regressar à normalidade, 8 pessoas morreram no concelho
    2:28

    País

    No concelho de Vouzela, a população começa a voltar à normalidade. Aos poucos a luz e a água estão a voltar e as pessoas começam a ganhar forças para reconstruir aquilo que lhes foi tirado pelos fogos. No entanto, as feridas demoram a sarar e não será fácil esquecer que 80 a 90 por cento deste concelho foi destruído pelos incêndios e oito pessoas morreram.

  • Material de guerra de Tancos encontrado, faltam munições
    1:40
  • "Se os bombeiros não chegam, os vizinhos vão ficar sem casa"
    1:03
  • Madrid admite suspender autonomia da Catalunha
    1:51
  • Alemanha já tem uma versão de Donald Trump... em cera
    1:08