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EUA incentivam partes desavindas na Líbia a assinarem acordo para Governo único

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, incentivou este domingo as partes desavindas na Líbia, a assinarem um acordo para criação de Governo único, que ponha fim ao "vazio de poder" que o país vive.

(Arquivo/Reuters)

(Arquivo/Reuters)

© POOL New / Reuters

"Estamos aqui porque não podemos permitir que a atual situação na Líbia continue. É perigoso para sua sobrevivência, para os líbios e, atualmente pela presença do Daesh, perigosa para todos", disse Kerry numa conferência em Roma.

"Estamos preparados para apoiar. É o momento de romper este Estado falido da Líbia, Estamos firmemente decididos a incentivar para que se chegue a uma acordo que não se detenha face a individualismos", afirmou Kerry.

O chefe da diplomacia de Washington viajou até à capital italiana para participar numa conferência que visa incentivar os dois grupos desavindos da Líbia, que participam também, a formar um Governo de unidade nacional, transitório, para a pacificação daquele Estado africano.

Na conferência participaram também, entre outros, a União Europeia, a Liga Árabe e representantes de 17 países, entre eles, os cinco com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU -- França, Estados Unidos, Reino Unido, China e Rússia.

Kerry afirmou que todos mostraram um "apoio unânime" à assinatura de um acordo entre os dois governos líbios -- o de Tobruk, reconhecido internacionalmente, e o de Tripoli, considerado rebelde -- proposto pelas Naçôes Unidas e que deverá ser assinado, previsivelmente, na próxima quarta-feira.

Lusa

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