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Operação do Governo turco contra o PKK causa 63 mortos em quatro dias

O Governo turco lançou uma vasta operação contra o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, na sigla em turco), que causou, em quatro dias, a morte a, pelo menos, 62 rebeldes e um soldado governamental, segundo os militares.

© Sertac Kayar / Reuters

O Estado-Maior turco anunciou hoje, em comunicado colocado na sua página na Internet, que 62 "terroristas" foram "neutralizados", dos quais 56 no distrito de Cizre e seis outros no de Silopi, ambos situados na província de Sirnak, no sudeste, entre terça e quinta-feira.

O soldado turco foi morto hoje em Cizre, acrescentou aquela fonte, avançando que uma operação com polícias e militares, de dimensão inédita, lançada no início da semana, permanece em curso.

Cerca de 10 mil militares e polícias e numerosos carros de combate foram deslocados para Cizre e Silopi, segundo os meios de comunicação, para desalojar jovens apoiantes do PKK, que transformaram quarteirões inteiros em zona de guerra, erigindo barricadas e cavando trincheiras.

Ao fim de dois anos de cessar-fogo, combates mortíferos recomeçaram em 2014 entre as forças turcas e as do PKK, acabando com as negociações de paz iniciadas no final de 2012 para procurar terminar com um conflito que já provocou mais de 40 mil mortos desde 1984.

Mas às tradicionais emboscadas em zonas rurais e montanhosas, os curdos estão a privilegiar os combates em zonas urbanas, na esperança de suscitar levantamentos, uma estratégia pouco compensadora até agora.

O método das autoridades turcas consiste em decretar um rigoroso recolher obrigatório antes do envio de soldados e polícias.

Um responsável governamental turco disse à AFP que os militantes do PKK tinham melhorado as suas competências em matéria de guerrilha urbana, graças ao combate que têm feito ao grupo que se designa por Estado Islâmico, no norte da Síria.

Lusa

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