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Mais de 80 rebeldes e combatentes leais ao Governo mortos em confrontos no Iémen

Mais de 80 milicianos rebeldes e combatentes das forças leais ao Presidente do Iémen, Abd Rabbo Mansur Hadi, foram mortos nos últimos três dias em combates nos arredores de Al-Tawal, entre o Iémen e a Arábia Saudita.

Fontes militares disseram à agência de notícias espanhola EFE que pelo menos 50 mortos pertencem às milícias 'hutis', enquanto os outros 30 são combatentes leais de Hadi.

O Iémen é palco de combates entre as forças lealistas apoiadas por uma coligação militar árabe e os rebeldes xiitas 'hutis' que se apoderaram de vastas regiões.

Esses confrontos ocorreram em paralelo com as negociações realizadas na Suíça, com representantes de ambas as fações, para tentar encontrar uma solução para o conflito, que já causou uma pobreza generalizada no país.

As fontes militares acrescentaram que nos confrontos, que estão a ocorrer na província fronteiriça de Hiya, no extremo norte do Iémen, dezenas de homens armados ficaram feridos.

Testemunhas indicaram que as tropas do Governo são apoiadas pela aviação da coligação árabe, liderada pela Arábia Saudita, que defende a legitimidade do Presidente Hadi e lançou dezenas de ataques sobre as posições 'hutis' na área.

Com esta ofensiva, as forças leais a Hadi pretendem ganhar o controlo de toda a costa do Iémen, a partir do sul, do porto Áden, até ao porto de Midi, perto da fronteira com a Arábia Saudita, localizado no norte do país.

Segundo a ONU, o conflito já causou mais de 5.700 mortos, perto de metade dos quais civis, desde o início no final de março da intervenção da coligação árabe, conduzida pela Arábia Saudita, vizinha do Iémen.

Lusa

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